segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A Esclerose Múltipla

Para manter o paciente ativo e com força nos membros inferiores (são mais comprometidos), a Hidroterapia e a Fisioterapia tem mostrado bons resultados em relação à boa qualidade de vida. O exercício da terapêutica retarda o desenvolvimento dessa doença e melhora a qualidade de vida do paciente pela promoção do alívio dos sintomas. Em casos mais agudos da doença são usados corticosteróides que são imunossupressores potentes. A fadiga é um dos sintomas muito frequente da esclerose múltipla, e essa fadiga se manifesta em intervalos que duram alguns meses. Embora se tenha todo esse campo de conhecimento sobre a atuação da esclerose múltipla, sua causa exata permanece desconhecida.

A Esclerose Múltipla

Dentre as doenças neurológicas temos a esclerose múltipla. A esclerose múltipla é uma patologia que compromete o cérebro e o cordão espinhal, sendo uma doença neurológica crônica e pode provocar vários sintomas como problemas visuais, depressão, alteração nas sensações, dificuldades para falar e fraqueza muscular. O cérebro tem suas células afetadas (neurônios) e o cordão espinhal que levam informações, permitem o cérebro controlar o corpo e elaboram o raciocínio e a percepção. A esclerose múltipla é uma patologia que provoca a destruição das bainhas de mielina que recobrem as fibras nervosas. Essa doença neurológica afeta principalmente pessoas adultas. Quando a esclerose múltipla está comprometendo o sistema respiratório, está em seu estágio mais grave. Asregiões afetadas pela esclerose múltipla são as do SNC (Sistema Nervoso Central), que se constitui da medula espinhal e o cérebro. No entanto a causa da esclerose múltipla permanece de complexo entendimento, embora se tenha conhecimento sobre os mecanismos envolvidos no processo dessa doença neurológica. Entende-se que a causa mais direta da esclerose múltipla é a degeneração da superfície isoladora lipídica de mielina que envolve os axônios neurais.